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sábado, 19 de dezembro de 2015

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte14

Narrado na terceira pessoa

   O homem de aparência desgastada e odiosa cambaleava pelo beco escuro e quase tão fedido quanto o seu próprio hálito carregado de teor alcoólico. Quem visse de fora pensava que era apenas mais um bêbado das ruas solitárias na madrugada, mas para Justin aquele homem possuía algo a mais. O tom miserável que estava entranhado a mente e corpo daquele homem fazia o vampiro se sentir bem, pensando achar um alimento que valesse a pena, alguém que não faria falta, alguém parecido a ele. 
   E foi movido pela fome, raiva e senso de justiça próprio e falho que Justin não se sentiu mal ao ouvir os gritos agonizantes do bêbado, não se incomodou com as defesas fracassadas que a vítima tentava fazer, não ligou nem mesmo quando o homem, em suas últimas palavras com hálito de vodka, praguejou algo como "demônio, demônio". Afinal ele era bem próximo a um demônio mesmo, o agora defunto não estava errado.
   Só ao fim da refeição, quando largou o corpo no chão sujo e frio, que Justin realmente prestou atenção no rosto do homem, pensando que ali poderia estar um pai/marido que havia desviado do caminho de casa, tirando uma horinha para "relaxar". Ele poderia ter matado alguém que tem família e amigos que iriam sofrer a sua perda.
   -Uma pena eu não ligar tanto assim para isso agora. -Justin murmurou com desgosto palpável, dando as costas ao corpo sem vida e seguindo rumo á próxima refeição da noite- Nos vemos no inferno bêbado de merda.


PDV (SeuNome)

   E já se faziam longos minutos que eu estava encarando aquele comodo vazio. Talvez as respostas não estivessem mesmo naquelas paredes, provavelmente não estava na altura de meus olhos também, mas nada conseguiu tirar a minha atenção daquele mesmo ponto.
   Dentre todo o sangue de Helena que desapareceu quando a criatura das trevas levou seu corpo desfalecido, apenas restou uma única gota, uma gota que estava exatamente onde o seu corpo jazia enforcado quando eu e Justin adentramos o quarto. Existia sim a possibilidade de que a gota avermelhada nem ao menos pertencesse a aquela vampira psicótica, mas não era isso que o cheiro de enxofre vindo daquele ponto me dizia. Era tão podre que só poderia pertencer á Helena... ou quem sabe ao demônio que lhe arrancou a vida, mas...
   -Demônios não deixam sangue de suas vitimas para trás. 
   Virei rápido na direção da voz que me surpreendeu e encontrei Alec me encarando sério, com o cenho franzido ao fitar a mesma gota que eu já observava a algum tempo.
   -Helena, ela... -Tentei começar a explicar, porém ele me interrompeu.
   -Sabemos o que houve com ela. -Ele murmurou e atravessou o comodo, se chegando mais a mim.
   -Quem sabe? -Perguntei tentando compreender de quem ele se referia.
   -Nós sabemos. -Chaz disse ao atravessar a porta com o resto do grupo atrás de si- E também já sabemos onde está o Justin, não precisa se preocupar quanto a isso. 
   -Não estou preocupada. -Menti.
   -Sentimos o cheiro do seu medo a um bairro de distância. -Ryan disse me olhando com um sorriso torto- E isso não significa que é fraca, significa que os anos ainda não acabaram com seus sentimentos e emoções, deveria se orgulhar disso, não camuflar como se fosse vergonhoso. 
   E mais uma vez eles haviam me deixado sem palavras. Eu não sabia o que falar, sobre o que falar. Haviam tantas coisas se passando por minha mente ao mesmo tempo que eu nem ao menos conseguia impedir que ela fosse invadida por todos eles. Tenho certeza de que todos aqui estão ouvindo isso.
   Obrigada pelas palavras Ryan.
   -Você é da minha família, eu posso te mostrar a verdade sempre que você não for capaz de acha-la sozinha. -Ele respondeu calmo e desviou o olhar para Jeremy- O que significa essa gota de sangue? Achei que demônios realmente não deixassem rastro. 
   -Isso não pertence ao demônio, pertence a Justin. -Jeremy disse com a voz pesada, em um murmurio que deixava transparecer a sua dor- Não sei exatamente o que se passou aqui, mas isso com certeza foi um aviso, não foi? -Seus olhos foram a mim.
   -Drew acha que o cumprimento do pacto está muito próximo. -Resumi as teorias ao me aproximar de (SuaIrmã), sentindo seus braços me apertarem com força, em uma abraço apertado- Isso é o que eu acho também, afinal foi o que a criatura deu a entender antes de partir com o corpo de Helena.
   -Então aconteceu mesmo? -Jas arregalou os olhos- Nossa! As visões de (SuaIrmã) estão cada vez mais precisas!
   -Você viu o que aconteceu? -Perguntei surpresa, me desprendendo do abraço e a encarando nos olhos. Como eu não sabia sobre isso?!
   -Vi vagamente, as imagens estavam tortas e eu pensei que pudesse ser de um futuro ainda distante, mas Alec também viu algo e para ele foi mais nítido, então nós voltamos para checar. -Ela respondeu calma. Os anos haviam mudado aquela garota e isso me deixava atordoada.
   -O cheiro de podridão não deixa dúvidas, parece que o inferno todo estava nesse quarto. -Chris fez uma careta de nojo, logo sendo repreendido por Pattie e por (SuaIrmã) quando ambas notaram o meu suspiro pesado- Desculpe (SeuNome), não queria ter dito algo assim, as vezes me esqueço sobre o pacto.
   -Por que não me falaram dele, aproposito? -Perguntei fitando a todos- Justin me explicou a história e eu sinceramente peço desculpas, sei que se estivesse aqui o pacto não teria sido necessário. Eu me sinto tão culpada por Justin, por todos... até mesmo por Helena. 
   -Não acho que deve se culpar por Helena, deve ficar alerta. Não penso que ela esteja morta. -Jeremy murmurou e todos os olhares surpresos foram a ele.
   -Demônios como aquele que esteve aqui não fazem nada além de dar recados. São apenas asquerosos e malignos como todos os outros, não podem matar alguém apenas por desejo próprio. Tanto que nem você e nem Justin foram tocados. Por que ele tocaria em Helena? A menos que houvesse uma ordem maior, ele jamais poderia fazer isso. -Alec narrou sua teoria e pouco a pouco eu consegui absorver o sentido da história.
   -Acham que ela faria algo parecido com o que Sarah fez por Hugo a tantos anos atrás? -Questionei um pouco descrente. Não pode ser que aquela mesma maldição estava se repetindo.
   -Acho que por ser uma vampira e uma antiga wicca, Helena pode ter feito algo bem pior. -Alec disse ainda fitando a gota de sangue a qual todos ali encaravam vez ou outra. 
   Algo se apertou em meu peito, eu não conseguia acreditar que aquilo estava mesmo piorando tanto. Um pacto de sangue, uma wicca vampira e rancorosa, um demônio mensageiro, uma gota de sangue fedido que provinha do meu único amor que aparentemente estava correndo um risco maior do que o imaginado. 
   -Isso não pode estar acontecendo. -Murmurei ao me sentar no sofá e deixar que meu olhar se voltasse mais uma vez para a gota avermelhada- Não pode. 

CONTINUA!

   GENTEEEEEEEEEEE! Não me matem, mas eu tenho que dividir a felicidade! Ontem foi o meu desfile de conclusão de curso (pasmem!) e deu tudo tãããããããão certo!  *--*   Agora eu sou uma pessoa formada, com o ensino técnico e médio em mãos. 
   Reparem a diferença entre a minha vida de TCC e a minha vida sem TCC, eu até tve tempo para postar hoje!!!!!!! Sério, eu estou feliiiiiiiiiz! :3 
   Obrigado pelo apoio, desde que eu disse que faria a prova para a ETEC que vocês me apoiam e cara', eu terminei! Obrigada mesmo! <3 
   Espero que tenham gostado do capítulo, eu sei que tá meio assim, mas eu já tô escrevendo o próximo. Também já respondi todos os comentários do último capítulo (e eu chorei, admito), vejam lá minhas respostinhas hahahaha'. 
   Eu provavelmente irei postar sábado que vem, quando tiveram mais 6 comentários, okay??? Conto com vocês! Adoro vocês! <333333333 ATÉ A PRÓXIMA!!!! xoxo.
   P.S.: A fic também está sendo postada por mim no Animespirit (https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-justin-bieber-um-pacto-de-sangue-3657464), caso queiram acompanhar por lá. 

domingo, 31 de maio de 2015

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte13

   Na minha mente a sequência dos fatos se repetia incessantemente. Era como a pior das torturas, sem precedentes e sem pausas, gerando um sentimento tão ruim e devastador que eu sentia que a qualquer instante cederia a tudo aquilo e cairia sobre meus próprios joelhos em um pranto delirante.
   Justin estava determinadamente pior que eu, encarando o espaço onde antes estava o corpo deformado de Helena, seus olhos pareciam presos ao local quase como se ele estivesse a vendo ali e eu conseguia sentir todos os sentimentos fluindo de seu corpo, passando por entre os poros de sua pele, e dominando o ar. Ele estava irado, aflito e com medo. Pela primeira vez eu havia farejado o real medo de Justin, um cheiro tão forte e cítrico que me causava um incomodo no nariz.
   -Drew... -Balbuciei em busca de algo para dizer a ele, afinal duvido que nessas condições ele tenha se quer cogitado se concentrar em ouvir meus pensamentos e ouvir as minhas duvidas internas.
   -Não. -Ele replicou bruto- Não diga nada, não agora. -Vi ele jogando para fora uma grande quantidade de ar que havia desnecessariamente inalado, como se soltasse um suspiro pesado e sofrego- Eu só preciso de você, por favor.
   E mais uma vez eu estava desarmada na sua frente, me sentindo nua perante os olhos caramelados que pareciam enxergar muito além da minha carne. Ele analisava a minha alma com atenção, com o maxilar tão travado quanto nunca antes, com um pesar que me fez compreender que por mais que Helena fosse irritante e talvez não tenha sido a melhor das almas em vida, ele a respeitava. Sei que Justin estava pensando nela.
   Mas minha mente egoísta não atua dessa forma, para mim foi mil vezes pior ouvir o demônio ameaçando Justin do que saber que o ser infernal havia levado Helena morta para junto de si. Isso é ruim, é sim, mas é como eu me sinto. Me dói pouco matar, muito pouco se comparado a dor que é ver esse misto de sentimentos cruéis no rosto do meu vampiro.
   Foi essa vontade inquietante que fez meu corpo sair do estado de choque, quando eu enfim arrastei meus pés em sua direção, abrindo os braços e me deixando ser levada pela sensação acolhedora do seu abraço apertado demais, chegando a me causar dor pela força aplicada, mas o melhor abraço do mundo.
   Eu podia sentir como toda a felicidade que construímos durante o dia havia sido perdida ao entrarmos aqui. Desejava poder voltar no tempo, tinha medo de que Drew se fechasse mais, medo de que a ameça do ser estranho se tornasse realidade antes que eu houvesse pensado em algo para impedir aquilo.
   -O pacto vai se cumprir logo, eu sinto isso. -Justin murmurou em meio aos meus cabelos, com a voz distante da que era sua por costume. Toda a indiferença e ironia havia dado vez para um tremor leve e quase imperceptível, que me deixavam claro que ele estava perdendo o controle- Eu sei que a escolha foi minha, e eu me odeio por isso, me odeio por só ter te achado só agora... isso não é justo! -A sua raiva veio de encontro a mim- Agora que te tenho comigo, estou condenado a ir ao inferno!
   Me afastei de seus braços e o fitei repreendedora, mas desviei meus olhos dos seus, não sendo capaz de manter o peso do seu olhar.
   Não era mesmo justo, eu sei, mas ele não podia continuar alimentando aquilo, não quando ainda se há uma esperança.
   -Drew, eu posso... -Ele mais uma vez me interrompeu.
   -Você não pode fazer nada (SeuNome)! -Justin me soltou de vez, dando alguns passos para longe e parecendo estar com raiva de mim- Não entende?! A porra toda está perdida agora! -Ele revirou os olhos e se virou de costas para mim, não deixando que eu visse sua expressão, porém sua voz dura me deixava claro que não era das melhores- E se isso tivesse acontecido antes eu agradeceria, iria para seja lá onde for, de bom grado, mas agora eu não quero ir! -O desespero se tornava evidente em cada palavra- Eu tenho motivos para viver, eu tenho você aqui, não posso ser levado! -Ele se virou abruptamente, tão instintivo que eu não fui capaz de prever- E o pior é saber que mesmo depois disso ainda tem uma esperança dentro de você, e eu a sinto de longe... Você não está enxergando? Não se importa? Como pode ter essa maldita chama acessa dentro de si depois do que aquele domínio disse? É quase como se não se importasse comigo, como se não ligasse para o fato de que eu iriei morrer em breve.
   -Você está alterado, eu não vou rebater isso. -Respondi um tanto dura, tentando não demonstrar o quão magoada suas palavras me deixaram, mesmo sabendo que ele podia claramente adivinhar todos os efeitos causados por cada sílaba- Sei que não é isso o que pensa.
   Me virei e dei alguns passos para o corredor, buscando fugir daquela situação. Tudo o que menos precisávamos era mais um grande conflito. Justin havia acabado de voltar para os meus braços, eu não poderia perde-lo agora, não agora.
   -É exatamente o que penso, que Helena parecia me amar mais que você, ela morreu por mim.
   Mais uma vez reprimi o ódio e a tristeza, me arrastando para longe dele antes que o veneno destilasse e mais uma vez eu o machucasse. Chegava a ser engraçado como Justin se tornava um perfeito idiota quando queria ser um. Ele feria fundo quando desejava,

Narrado na terceira pessoa

   E o vampiro rosnou irritado consigo mesmo ao ter mais uma vez a certeza de que a arcanjo era boa demais para alguém tão podre quanto ele se julgava ser. Mesmo que buscasse esconder, livra-la de suas crises, mirar o alvo se sua raiva e insegurança em outro alguém, ele sempre tendia a machucar a quem mais amava. 
   Justin sabia do quão próximo a um demônio ficava quando estava raivoso ou até mesmo frustrado, o rosto apavorado de suas vitimas o garantia disso. O que o rei das chamas não sabia era que a arcanjo também tinha consciência do seu pior lado, ela já não temia a maior parte de suas reação tempestuosas, já conseguia distinguir o que vinha de Justin, o vampiro solitário e cruel, do que vinha de Drew, o seu doce príncipe confuso. 
   E enquanto ele saia do hotel, vagando pelas vielas escuras e imundas, procurando alguém miserável o suficiente para que pudesse se alimentar sem remorso na manhã seguinte, ela tentava buscar em sua mente qualquer coisa que remetesse a sua vida humana, qualquer coisa entre as memorias borradas e distorcidas, qualquer coisa que tivesse relação a religião, a um Deus que fosse poderoso o suficiente para salva-los, para salvar o seu Drew.

CONTINUA!

   HEY' PEOPLE!!!!
   Eu sei que esse capítulo está pequeno, que está beeeeeeem diferente de como eu costumava escrever, mas eu tenho como explicar. Bem, eu mudei bastante nesse tempo que estive longe, é normal que a forma que eu escrevo também, mas esse capítulo é mais como uma amostra, apenas para mostrar que agora as coisas vão ficar mais pesadas.
   Me contem o que acharam, no que querem que eu foque, o que acham que está legal e o que pode melhorar, me ajudeeeem!
   Eu já respondi todos os comentários do post anterior, continuo a fic com mais 6 comentários, okay? Me respondam! 
   Qualquer coisa que tenham para falar, mais particular, podem me procurar no twitter, @_darkstyle, que eu sigo e respondo a todos. Até a próxima, fiquem com Deus! Xx.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte12

   Era o corpo mole de Helena ali, sendo segurado pela corda amarrada em seu pescoço. Ela estava com o rosto coberto por sangue, digo muito sangue mesmo, tanto que eu tive a certeza que aquilo não poderia ter vindo nem de um exercito inteiro massacrado, as suas mãos estavam arrancadas e jogadas no chão, dentro de também grandes poças vermelhas, os olhos estavam abertos e inteiramente brancos, o corpo despido e cheio de mordidas, com partes até mesmo arrancadas e eu as via jogadas no chão, como se tivessem sido mastigadas antes de jogadas ali, encobertas por uma quantidade surreal de sangue, mas... vampiros não sangram!
   Quando esse pensamento me atingiu eu apenas ouvi uma risadinha atrás de mim e me virei em menos de uma fração de segundo, mas nada havia ali. Um gelo percorreu meu corpo e eu soube, tinha mais alguém ali.
   Sai do quarto e fitei o corredor, quando algo passou atrás de mim, que eu quando virei-me dei de cara com o nada. Senti uma sensação estranha se alastrando pelo ar e o cheiro de morte estava em todo aquele "mini apartamento". Será que Justin não está sentindo isso? ... Justin!
   Corri em direção a sala e topei com os olhos nervosos de Drew me encarando, parecendo um pouco mais aliviado ao me ver, mas mesmo assim eu sabia que ele estava entrando em colapso.
   -Sente? -Ele perguntou com a voz fraca.
   -É de Helena. Ela está morta. -Eu disse vendo seu olhar perder um pouco o foco.
   -Eu sei, mas estou falando de outro cheiro... Tem alguém morto aqui. -Ele disse fazendo o minimo de movimentos, parecendo ter medo de se mover e algo o atingir.
   -Isso, é Helena! -Eu disse exasperada. Ele não estava me ouvindo?
   -Eu sei que Helena está morta, mas há outro morto aqui! -Justin aumentou o tom, perdendo a paciência e dando um passo a minha direção, quando seu olhar se focou em algo atrás de mim e logo apenas me senti ser puxada para trás de Justin, vendo apenas seu corpo a minha frente e algo por cima de seu ombro esquerdo. Quando ergui o olhar vi a pior criatura que já imaginei. Ele tinha olhos tão azuis que se confundiam com o branco, era careca e eu me perguntaria se era homem ou mulher, se o ser não estivesse completamente nú e eu não estivesse vendo claramente que ele não carregava nenhum órgão ali... Como?! O mais macabro era que seu corpo quase deformado era coberto por sangue, muito sangue, que saia de sua boca fina e recheada com dentes gigantes e pontiagudos. Se isso não é um demônio, eu não sei o que possa ser.
   -Vim trazer um aviso. -A voz cortante se fez presente e eu não pude fazer nada, era como se apenas a voz do ser fosse o bastante para impossibilitar qualquer movimento, como se fosse um veneno e eu podia me sentir morrendo a cada palavra- Ele mandou um recado ao Rei. -O ser sorriu de leve e eu jamais vi cena mais horrenda, até porque o sangue escorria por toda a sua face, jorrando e se espalhando pelo chão, o que explicava todos os rastros pelos cômodos- Não tente fugir de mim, esse é o seu destino. Não há escolhas. -Sua voz ficou mais grossa, como se outro assumisse o comando- Você pertence a mim e eu posso fazer mais que tira-lhe a sua alma. -O ser concluiu, virando a cabeça em 360°, enchendo meu corpo pelo desespero- Nos vemos em breve irmãozinho. -O ser levou a mão direita a boca e a lambeu, sorrindo em seguida e no minuto seguinte desaparecendo.

Esse é só o gesto que o "ser" fez e não como seria essa parte do corpo dele.
   Junto com ele se foi todo o sangue que antes era espalhado pelo chão. Justin logo estava no quarto, comigo ao seu lado, e agora nada mais havia ali, nem Helena, nem grandes poças de sangue e nem o cheiro de morte. Era como se nada houvesse acontecido, mas nós sabíamos que sim, tudo estava acontecendo!
   -Isso foi um aviso. A minha hora está chegando. -Justin disse tão frio que meu corpo estremeceu novamente.
   E agora?

CONTINUA!

   Hey' my ladys' desculpem pela demora e pelo capítulo pequeno, mas é que na minha vida tá uma confusão tão grande que acho que ninguém aqui entenderia muito bem, mas okay né. 
   O que acharam????? QUE COISA MAIS SINISTRA! Até eu escrevendo fiquei meio que "que é isso Jesus?! Isso não pode estar vindo de mim!" kkkkkkkk' Espero que estejam gostando! 
   Para o próximo capítulo (que eu já tenho o começo), mais 7 comentários, ok? Bye' gente! EU VOLTO EM BREVE! xx.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte11

    -Por que eu teria motivos para viver? Você já estava a mais de anos sem aparecer, quando os mexicanos chegaram me falaram que você havia morrido, que eles mesmo te mataram, então eu apenas pensei em acabar com tudo, acabar com eles e comigo porque... você não estava aqui... -Ele parecia desesperado, suas mãos se agitavam de um lado a outro e meus olhos ardiam, mas eu não conseguia chorar. Droga!- Me perdoa amor, por favor me perdoa!
    -Como você fez isso? -Eu lutava contra o grito que começava a nascer em minha garganta- Justin você é... você! Como pode acreditar que eu estava mesmo morta? COMO VOCÊ PODE FAZER ISSO?! -Meu desespero crescia em demasiado. Por que?
    Meu estomago parecia se revirar, como se fosse pelo menos possível isso acontecer, mas o pior era o medo que eu jamais pensei ter novamente. Eu me sentia novamente no escuro, afinal o que seria de mim sem o meu Justin?! O que seria de mim mais uma vez sem ele? Eu apenas sobrevivo por ele!
    -Me entende meu amor, eu estava desesperado, nunca tinha sentido uma dor igual a que estava sentindo, nem mesmo quando eu era humano havia sentido algo assim e quando eles me falaram aquilo e eu queria tanto acabar com eles, fazer com que você não tivesse ido atoa. -Ele me olhou nos olhos e eu senti meu corpo tremendo. Eu não viveria em um mundo onde ele não existisse- Pelo nosso amor, me entende!
    -COMO EU VOU TE ENTENDER DREW?! VOCÊ SIMPLESMENTE VENDEU SUA ALMA E ... Justin, você ao menos tinha alma? -Em meu alvoroço havia esquecido o "pequeno" detalhe, mas que logo me veio a cabeça. "Eu não tenho alma" ele me dizia sempre.
    -Claro que tinha, só não gostava de admitir. -Ele suspirou- Ninguém vive sem uma alma, certo? -Sua pergunta foi claramente retórica.
    -Quanto tempo? -Disse me sentando no sofá e pousando meu rosto entre minhas mãos, em um ato que na linguagem corporal mundial tinha somente mais uma definição além do tédio: Desespero.
    -Na verdade eu não sei. -Ele suspirou de um modo triste, ótimo, não sou só eu que desejaria morrer agora.
    -Como não? -Levei meu olhar para ele lentamente, tentando colocar minha mente no lugar para não falar ou fazer nenhuma besteira- Como assim você não sabe Justin?!
    -Para de me chamar de Justin! -Ele falou tão lentamente que mais parecia estar soletrando para um retardado- O acertado foi que um dos três reis teria que oferecer sua alma para as Trevas quando lhe fosse pedido, e no ritual foi acertado que essa seria a minha alma, já que segundo os espíritos a minha alma já é podre o bastante e sendo o rei do fogo... bem, foi feito assim. Nós fizemos isso tudo antes de ir encontrar os mexicanos e na hora eu pensei que não fosse precisar fazer uso do pacto, achei que era possível acabar com eles facilmente, mas chegou a hora e não foi bem assim, então começou aquela história de que você estava morta e veio aquela merda de dor no peito que eu nunca tinha sentindo, como se me falando que você estava mesmo morta e eu entrei em pânico, só queria acabar com tudo rápido, ai eu acabei proferindo a maldição e selando a alma de todos os que já estavam completando a passagem naquela noite, sendo assim todos os que estavam "mortos" na batalha jamais voltariam e eu teria que esperar a minha hora para morrer, mas agora Alec disse que um demônio atacou e matou um arcanjo e isso é contra toda a lógica porque sendo um arcanjo... sua vida é eterna, sua raça é destinada a viver para sempre, isso não faz sentido algum!
    -Drew... -Eu estava sentindo todo o meu emocional desmoronando em segundos- Sua alma é podre?
    -Você já sabia desde o início. -Seus olhos prenderam os meus e eu senti sua dor em mim- (SeuNome) eu sou um ser das Trevas, não é como se o pacto fosse o culpado de tudo porque eu querendo ou não já pertenço ao lado escuro. -Ele suspirou pesadamente- Amor, eu não sei como foi possível a nossa ligação porque mesmo suas asas sendo negras... Você é um anjo amor, e anjos são luz, muito diferente de nós vampiros.
    -Esta falando tudo isso para me enrolar! Fala a verdade logo! Fala que quando o "Diabo" -Fiz aspas com os dedos- te chamar você terá que ir! Porr@ Justin! Não era para você ter feito isso! E ... E Justin me explica uma coisa... Quando você for, será o fim?
    O vi engolindo a seco e seus olhos pareciam duas posas de sangue fresco, eram gélidos e tão vermelhos.
    -Mais cedo ou mais tarde a minha hora vai chegar e para onde eu vou Arcanjos não podem entrar. -Ele olhou para outra direção e suspirou- Anjos não podem levar luz para o inferno.
    -Está me dizendo que existe um inferno? -Me levantei rapidamente.
    -Claro, claro. Existe um inferno e um céu, ou sei lá eu como os humanos ainda classificam isso. -Ele revirou os olhos- E antes que me pergunte, sim existe um Deus também, mas esse não me interessa.
    -O que? Como não Justin?! -Não pude prender o meu sorriso- Justin isso é a nossa salvação! Pense bem Drew, se existe um Deus e tudo mais, então quer dizer que há esperanças!
    -Não, não há. -Ele tirou minhas mãos de seu rosto e se largou sentado no sofá, olhando com uma certa raiva para mim, coisa que eu não entendi bem, mas me doeu mais que uma facada- Deus não gosta de mim. -Ele murmurou me fazendo olha-lo repreensiva. Deus ama a todos!- Não ama droga nenhuma! -Ele falou dessa vez mais alto- Se ele amasse mesmo não deixaria que uns tivessem uma vida normal, com a pessoa que amam, com filhos e amigos, enquanto outros sofrem com uma sede que nunca acaba, enquanto outros não podem ter a felicidade completa nunca, porque sempre tem que largar uma parte da mesma. Olhe para mim (SeuNome), como pode dizer que Deus me ama? Eu estou destinado a perder minha alma, a passar a eternidade sofrendo sei lá onde! Eu nem mesmo pude te ter para mim em paz! Nem com o meu verdadeiro amor eu tive a chance de viver!
    -Okay, a vida é injusta, mas sempre tem uma esperança Justin. Olhe só, eu também não seria um ser de luz? Então por que sofro o mesmo tanto que você? -Me sentei ao seu lado- Justin eu vou arrumar um jeito de sairmos disso! Eu não vou deixar mais ninguém nos separar e acredite, se eu tiver que entrar no inferno e desafiar o próprio Diabo por você, eu faço.
    -Amor, eu... -O interrompi.
    -Para Drew! Chega! Não quero mais saber de nada disso, esquece tudo porque você vai ser feliz a partir de hoje, tá me entendendo? Eu estou aqui com você e se tivermos que ir para algum lugar, nós iremos juntos! -Sorri de leve- Eu não sei o porque de demônios estarem atacando arcanjos, mas a resposta sempre vem, não é mesmo? Então vamos espera-la. Enquanto isso... Eu quero um beijo do meu vampiro.
    Quando terminei de falar encarei seus olhos e para muitos isso pode parecer clichê e sem o menor sentido, mas eu me vi dentro deles, eu vi que o que estava sentindo não era apenas um espelho dos sentimentos dele, não era só o fato de eu ser um Arcanjo e estar sentindo o espelho dos sentimentos dele, eu simplesmente estava sentindo o mesmo que ele porque algo estava determinando isso, ia além de um anjo e um vampiro selando seus lábios, era algo maior e eu descobriria aquilo porque parecia que alguém havia colocado em minha mente: Vai dar certo.
    -Você é o meu anjo... -Ele disse sorrindo de uma forma tão pura que me senti esquentar por segundos- Eu te amo.


    Quando finalmente nos beijamos eu me senti no céu, ôh sim, eu senti. Provavelmente ninguém irá compreender, mas quando você é criança e passa dias implorando por algo a seus pais, quando finalmente eles te dão, você sente a melhor sensação de todas, é como se você quisesse que tudo parasse e que você pudesse aproveitar aquilo para sempre, seja qual for o objeto. No meu caso é como toda essa felicidade chegando em dobro. Quando beijo os lábios de Justin é como se tudo pudesse ser melhor e eu acredito nisso.
     -Eu também acredito. -Ele sussurrou entre meus lábios, enquanto se afastava lentamente.


     -Então vamos passear! -Eu disse sorrindo largamente para ele, que me olhou como se eu fosse louca.
     -Como? Pra onde? -Ele parecia confuso.
     -Drew eu passei 157 anos longe de você e dessa cidade, vamos, eu quero rever tudo! Vamos sair um pouco e ver como o mundo está. -Disse puxando-o pela mão, em uma falha tentativa de leva-lo ao quarto.
     -Pequena isso não é uma boa ideia... -Ele parecia incerto.
     -Jus, por favor! Eu não quero passar todas as minhas boas lembranças em um comodo fechado. -Suspirei.
     -Boas lembranças? -Ele ergueu uma sobrancelha.
     -Qualquer momento com você é ótimo Drew. -O selei rapidamente, vendo um sorriso se formar ali- Vamos ou não?
     -Vamos logo! -Ele sorriu largamente e foi me puxando.
     Fomos para o quarto que antes estava sendo ocupado por Helena e Justin, mas que agora era nosso. Fui me trocar no banheiro, levando algumas roupas comigo.

Sem as bolsas de viagem
     Sai do banheiro arrumando o colar em meu pescoço, mas parei totalmente com a visão de Justin... Ele estava incrível! Diferente de mim, ele estava com look completamente preto, com exceção do tênis azul, ele estava com um ar tão incrivelmente fascinante que eu me senti momentaneamente envergonhada de sair ao seu lado, afinal ficar ao lado de Justin é ser ofuscado pelo seu brilho. Ôh céus ele é lindo!


    -Você tem uns pensamentos bobos. -Ele disse rindo anasalado.
    Virei o rosto rapidamente e acreditem, se eu pudesse teria corado. Aprendi nesses 157 anos como poderia bloquear meus pensamentos, me trancando em uma parte de minha mente onde ninguém poderia me achar, mas quando estava com Justin não conseguia me controlar, não conseguia exigir de mim mesma tal força de vontade para fazer tanto esforço mental.
    Senti sua mão na minha e o olhei de canto de olho. Ele sustentava um sorrisinho pretensioso que eu estava aprendendo a ter medo. "Saía agora mesmo de meus pensamentos Drew!".
    -Mas é tão engraçado amor! -Ele ainda sorria, mas não me olhava diretamente- Faz bem para o meu ego. -Ele brincou.
    -Você está a cada segundo mais chato! -Disse quando vi a porta, a abrindo e esperando Justin, que deixava um bilhete para Jeremy e Pattie, que haviam saído em algum momento da nossa troca de roupa- Por que está de óculos escuros? -Ergui uma sobrancelha. Esse vampiro anda bebendo sangue de jumento?- Está de noite Jus.
    -Eu sei. -Ele deu de ombros- Mas não quero que ninguém veja o meu olhar vermelho quando aqueles babacas olharem para você... E eu também fico muito sexy com eles.
    Naquele momento eu não sabia de ria ou ficava assustada. Optei pelos dois.
    -Como sabe que vão olhar para mim? -Perguntei soltando uma risada fraca no meio da frase.
    -Sempre olham. -Ele disse simples.
    Olhei para frente e vi que já estávamos no estacionamento do hotel. Gosto quando esses momentos acontecem, quando Justin parece apenas Justin e eu pareço apenas eu. Ok, isso foi confuso, mas o que quero dizer é que gosto quando estamos juntos e não precisamos usar máscaras, quando podemos brigar e nos declarar sem medo. O lado ruim é que o tempo passa rápido quando isso acontece.
    -Jeremy disse que voltaremos para a mansão amanha. -Justin disse quebrando o silêncio confortável que havia se instalado no carro.
    Olhei minimamente para Drew, mas fui obrigada a fixar meu olhar nele.


     Mesmo com a luz fraca da Lua e dos postes era possível identificar algumas de suas amáveis pintinhas, que eram espalhadas do rosto até onde sua roupa me permitia olhar, se bem que eu já tinha a confirmação de que elas se estendiam por todo o seu corpo, criando uma trilha que eu pessoalmente qualificava como esplendorosa.
     -Um dia você ainda vai me deixar tímido com esses pensamentos. -Sua voz preencheu o carro.
     -Um dia você ainda vai me deixar com muita raiva se continuar lendo minha mente. -Respondi com uma voz contida, mas bem sabe ele que o papo é sério.
     -Eu gosto de ouvir, garanto que é melhor do que qualquer seriado americano. -Ele disse com os olhos fixados na estrada, que parecia atravessar o lado agitado da cidade e nos levar para cada vez mais longe.
     -Para onde estamos indo? -Perguntei fitando o caminho, finalmente desgrudando meus olhos dele.
     -Também não sei, descobriremos juntos. -Ele sorriu e eu não pude evitar de fazer o mesmo.
     Quando ele parou o carro nós estávamos em uma parte quase abandonada da estrada, onde passavam alguns carros vez ou outra, onde mal se podia ver as luzes da cidade e não havia barulho algum. Acho que demoramos uma hora e meia para chegarmos até aqui, mas valeu a pena.
     Justin parou o carro no acostamento e saiu, se sentando no capô e me olhando pelo vidro.
     -Não vai vir? -Ele perguntou divertido.
     Sai do carro rapidamente e fui até ele, sorrindo feito uma boba.
     -Já disse como amo quando ficamos sozinhos? -Perguntei abraçando seu corpo frio, mas que por algum motivo me trazia calor naquele momento.
     -Talvez tenha me falado isso hoje de tarde, em meio aos gemidos, talvez... -Ele disse rindo.
     Afastei minha cabeça de seu peito e o olhei feio.
     -Me solte seu idiota! -Disse enquanto ele ria sem parar- Me solte agora mesmo Justin Drew Bieber! -Tentei manter a voz firme, mas era quase impossível com aquela risada gostosa e aqueles beijos que ele tentava a todo custo colocar em minhas bochechas e testa.
     -Onw' minha pequena! -Ele gargalhou mais uma vez- Fique parada! -Ele disse e finalmente colocou seus lábios na minha testa, me fazendo finalmente rir.
   

     -Sua risada é linda! -Disse deixando transparecer totalmente a minha paixão por aquele ato- Deveria ser crime você esconde-la de todos.
     -Eu não escondo, apenas não tenho motivos para gargalhar na frente deles. -Ele disse de um modo tão calmo que eu poderia dormir com sua voz ali.
     -E tem motivos para rir da minha cara é? -Fiz um cara emburrada, mas logo sorri.
     -Como prender o riso ao lado da mulher mais linda do mundo? Eu fico bobo quando estou com você (SeuNome). -Ele olhou no fundo de meus olhos e eu agradeci por ele ter deixado os óculos no carro, afinal era lindo ver o brilho das estrelas refletidos em suas órbes carameladas- Clichê de mais não acha?
     -Clichê é você ainda não me ter cantado uma música. -Respondi dando as costas a ele e olhando para o outro lado da estrada- Eu ainda me lembro de quando você cantou para mim na primeira vez, eu achei tão linda a música e sabendo que você quem escreveu...
     -Já disse que não fui eu Pequena. -Ele disse revirando os olhos, mas escondendo um sorrisinho.
     -Eu sei que foi. -Dei de ombros- Você pode ter vergonha de admitir, mas tem uma voz linda e compõe muito bem.
     -Não, você acha isso porque é você. -Ele segurava em minha cintura com as duas mãos, me mantendo colada a ele.
     -Você poderia cantar mais alguma música para mim. -Disse sem muitas esperanças.
     Tinha claro em minha mente que ele não cantaria, afinal Justin Bieber é Justin Bieber e seu orgulho é maior que si próprio. Me surpreendi quando comecei a sentir seus dedos batucando em minha cintura, ele parecia tentar achar um ritmo certo, que assim que achado foi seguido sem dificuldades por Drew, enquanto sua voz saia de sua boca e chegava aos meus ouvidos, me causando aquela sensação de relaxamento que eu só sentia com ele.
     -If I could take away the pain, and put a smile on your face ... Baby' I would, baby' I would... 
     Um sorriso se cravava em meu rosto e foi inevitável não sentir um tremor vir de dentro quando ele encostou o queixo em meu ombro e começou a sussurrar em meu ouvido, enquanto eu apenas me derretia por dentro e prestava atenção na letra, sabendo que mais uma vez foi ele quem escreveu, afinal "se eu pudesse arranjar um caminho melhor para que você pudesse ver um dia melhor, baby' eu faria, baby' eu faria", é bem a cara do Justin, mas o que me deu a certeza que havia sido ele a escrever a música foi quando ele disse "amores antigos que te fizeram chorar, e ainda que eu queira fazer isso direito, eu não posso ler a sua mente", ai eu o olhei com uma sobrancelha erguida e fiz uma leve careta, ai ele cantou o próximo verso com um riso nas palavras e eu tive a minha certeza. Justin era mesmo um ótimo compositor.      - (...) So you could see a better day, no... Baby' I would, baby' I would... Woooh wooh, woooh oh oh, baby' I would. -Ele terminou de cantar e me abraçou mais forte.
     -Você pode ler a minha mente. -Eu murmurei quando percebi que o silêncio passava do confortável para o incomodo.
     -Isso foi quando você se descobriu Arcanjo e começou a bloquear seus pensamentos... Isso me irritou muito. -Sua voz calma fazia contraste com as palavras sérias.
     -Eu sei, mas isso é para que você saiba como me sinto perto de você, principalmente quando seu humor muda tão rápido. -Disse me virando de frente para ele e sorrindo, quando ele começou a medir cada pedacinho de meu rosto- No que está pensando?
     -Só um segundo. -Ele murmurou, mas antes que eu assentisse ele já estava parado em minha frente, porém em uma posição totalmente diferente e com seus óculos escuros em mãos- Você fica belíssima assim. -Ele disse colocando os óculos em meu rosto.
     -Acha mesmo? -Encostei nossas testas.
     -Como um anjo. -Ele respondeu de uma forma arrastada, quase cantando a frase.


     -Era nisso que estava pensando? -Perguntei prendendo um sorriso em meus lábios.
     -Na verdade estava pensando que nunca te vi voar. -Ele fez uma cara de pensativo, mas ao mesmo tempo daquelas crianças que iriam aprontar- Acho que vou ver agora.
     -O que?!
     Antes que eu pudesse notar já estava em seus braços fortes, enquanto ele me erguia do chão com uma facilidade impressionante e me girava de um lado a outro, hora quase nos levando a estrada, que ainda se encontrava deserta.


     -Me põe no chão Justin! Agora! Aaaaaaaaah! -Eu tentava me manter séria, como quando você está sendo girada pelo seu namorado vampiro e suas asas começam a querer sair?- JUSTIN SÉRIO, PARA!
     Acho que ele viu que estava mesmo ficando sério, porque ele me soltou e me olhou de um modo preocupado, deixando o sorriso morrer aos poucos.
     -Elas queriam se abrir? -Ele perguntou apenas para ter a confirmação, mas ele já sabia- Me desculpe amor, desculpe mesmo eu sou um idiota! -Seu olhar triste começava a me martirizar.
     -Está tudo bem, e sim elas queriam sair. Eu já me acostumei, só que tenho medo de que elas apareçam assim em público... -Disse calma, passando a ponta de meus dedos por seu rosto, tentando faze-lo esquecer disso- Posso te beijar?
     -Por que está pedindo isso? -Seu olhar confuso e divertido me fez rir- Eu sou seu.
     Sem pensar mais vezes tomei seus lábios com os meus e me deixei embebedar pelo sabor inebriante... Ôh meu Justin, por que sempre tão doce?
     Tentando ignorar a dor que por algum motivo não aparente se instalava em meu peito, eu apenas continuei o beijo. Algo muito ruim está acontecendo e eu só não sei o que.

- Duas horas e meia depois ...

     -Gostou? -Ele perguntou sorrindo de canto, enquanto abria a porta do carro e me ajudava a sair.
     -Muito! Eu amo isso! -Respondi sorrindo e segurando em sua mão, passando pelo hall e chegando ao elevador- Que horas são?
     -11:47h... Acho que todos já devem estar em casa. -Ele me abraçava de lado, enquanto fuçava em seu celular.
     Quando chegamos ao nosso "quarto", ou como eu chamava, "mini casa", fomos direto para nosso quarto, sem ver ninguém pelos corredores, mas parei assim que abri a porta... O que é isso?!

Ignore a legenda, mas a frese é legal ...
CONTINUA!

    Hey' gente! Eu disse que estaria de volta até o domingo. Me desculpem novamente por tudo e outras desculpas se esse capítulo não ficou bom, mas como eu já disse, estou me esforçando, porque amo escrever aqui e adoro cada uma de vocês.
    QUEM FICOU CURIOSO????? HAHAHAHA' Quem será que está enforcado no quarto?! OMB! #FortesEmoções!
    Não vou responder os comentários porque já fazem meses e não faria sentido, não é mesmo? Espero que tenham me perdoado. Obrigada para quem leu o capítulo e o próximo em com mais 13 comentários, ok?
    P.S: Não deixem de recomendar a fic no Google, você pode fazer isso em menos de um minuto!  xx.
    

domingo, 27 de outubro de 2013

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte10

    Pactos de sangue...
 
    "-Um pacto de sangue pode destruir a alma de qualquer ser. -Carla lia o texto em alto e em bom som- Uma pessoa pode fazer um pacto com outra pessoa ou com alguma entidade maligna. Geralmente as boas almas não o fazem.
    -Por que estamos lendo isso mesmo? -Ergui as sobrancelhas, olhando fixamente para seus olhos- Isso é papo de gente louca!
    -Fique calada! Bem, voltando... Quando um ser é repugnado por outros, esses mesmo podem bani-lo da sua existência material, o que não quer dizer que sua essência esteja acabada.
    -Como assim? -Perguntei novamente- Tipo, eles podem se unir e matar esse ser?
    -Não, tipo... Eles podem se unir, matar esse ser determinado e depois fazer um pacto entre eles, para que o ser morto não retorne. Mas aqui diz que só funciona se estiverem entre esses seres um dos reis. -Ela deu de ombros.
    -Reis? Que reis?!
    -Sei lá! Esse blog é idiota ... Vamos ler sobre outra coisa. -Ela fechou a janela na qual o tal blog estava aberto.
    -Por que nós sempre lemos esse tipo de coisa? Isso é louco cara'!
    -É legal! Vamos, fale de outra coisa para pesquisarmos! -Ela sorria divertida, enquanto eu pensava em algum outro assunto.
    -Ninfas? -Disse por fim.
    -Ótimo!"

    -O que houve? -Cait me olhava atenta- O que está vendo (SeuApelido)?
    -Hum... nada, apenas lembranças das quais não me recordava, mas como assim? Vocês sabiam que nesse tipo de pacto há sempre um preço?
    -Sabemos. -Ryan sorriu triste- Nesse caso o preço já foi pago.
    -Como? -Estreitei os olhos.
    -Acho melhor eu conversar com ela sozinho sobre isso. -Justin fitava o chão- Podem nos deixar a sós?
    -O que está havendo aqui? -Encarei a eles novamente.
    -Justin lhe explicará. -Jeremy disse antes de sair porta a fora com todo o resto do pessoal. Aquilo estava começando a me deixar assustada realmente.
    -Qual foi o preço? -Suspirei- Ou melhor, a alma de quem vocês sacrificaram?
    -Como sabe disso? -Ele se sentava próximo a mim.
    -Havia uma ... uma conhecida, isso, uma conhecida que entendia um pouco disso e eu sei que quando um pacto é feito ele vem com um preço alto, quando é para trazer alguém a vida geralmente você tem que sacrificar a sua própria, como Sarah fez com Hugo, mas quando é para aprisionar outro vez na inexistência é preciso de um sacrifício maior e de mais valor. Por isso um ou mais dos quatro reis devem estar presentes.
   -Me dá orgulho ver você tão sagas. -Drew sorriu de lado- Belo raciocínio, aposto que já tem ideia de algo. O que acha que sacrificamos? -Sua voz estava vazia. Era como se aquele Justin que eu conheci na escola estivesse de volta. Ele estava seco mais uma vez e eu sabia que era o seu normal. Ele era mesmo bipolar.
   -Não sei. -Suspirei- Não vejo o que ou quem... digo, talvez... não, isso não... ou sim? -Ergui meu olhar para ele incrédula- Me diga que não foi isso! -Me ergui assim que sua resposta começou a demorar- VOCÊ NÃO PODERIA TER FEITO ISSO!
   -Foi uma escolha arriscada, eu não poderia seguir outro caminho. - Seus olhos eram tristes- Parecia fazer sentido.
   -VOCÊ DEU A SUA ALMA?! -Berrei com os olhos ainda mais arregalados.

CONTINUA!

    Hey' minhas beliebers lindas do Bieber! Hahahaha'
    Esse capítulo foi minusculo, mas é só uma prévia para dar um aviso ... Agora vai começar a parte tensa da história, como na temporada passada, agora começam os mistérios e as intrigas que vão além do normal. (nossa como soou dramático). Só para saberem, a história estava light, mas vai pegar fogo agora. O que acharam? Justin dando um de louco novamente... vish!
   Nada a vê com o capítulo, mas quem tá ansioso para meia noite?  hehehe' #EuTô
   Voltando, não responderei os comentários porque estou correndo, mais no próximo eu respondo! O que estão achando novamente? Com mais oito comentários, ok? xx.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte09

   Olhamos para a porta do quarto vendo Helena atravessa-la em um piscar de olhos.
   -O que faz aqui? Não te deixei entrar. -Justin soou frio, enquanto seus olhos ficavam vermelhos e se fixavam em Helena- Pare de pensar isso! Não se atreva a ao menos pensar algo assim sobre ela!
   Eu estava confusa, eles estavam conversando por pensamento? Como assim?
   Como se já não bastasse Justin logo estava frente a frente com Helena, com um olhar tão frio que eu poderia sentir o ar ficando mais gelado em volta deles e a atmosfera pesando como chumbo em pressão ao meu corpo.
   -Está com raiva Bieber?! EU QUE DEVERIA ESTAR COM RAIVA! -Ela parecia descontrolada, mas o mais desconcertante era Justin estar olhando para ela tão impassível que eles pareciam estar em silêncio- Como pode ter feito isso comigo? Eu estive com você durante todos esses anos, eu te dei o meu amor enquanto ELA! -Seu dedo fino foi apontado para mim, que tentava cobrir o máximo de meu corpo quanto podia com aquele lençol- Ela apenas fugia e te despedaçava os poucos!
   Achei que a garota iria sucumbir ao ódio e tentar avançar contra mim, mas acho que nem mesmo toda sua raiva a deixaria tão louca a ponto de tentar atravessar a barreira que o corpo de Justin formava.
   -Cale a boca e saia desse quarto antes que eu mesmo te ponha para fora. -Justin disse com uma calma e delicadeza que eu poderia ter a certeza de que ele deseja mais que tudo mata-la, mas por algum motivo ainda não o fez. E ela deveria agradecer por isso.
   -Não vou sair enquanto ela estiver aqui, afinal o quarto também é meu.
   Das duas uma, ou ela é burra ou completamente louca! Justin agora deixava mais que a calma transparecer em seu rosto e eu poderia me preocupar com isso ... mas ela dorme aqui também?!
   -Ela dorme sim, mas não é nada de mais. -Justin me olhou receoso.
   -Nada de mais? -Olhei incrédula para seus olhos avermelhados- Você não poderia ter feito isso! -Eu disse me levantando da cama e quase sem tocar no chão fui recolhendo minhas roupas, deixando de lado o que se encontrava rasgado e me vestindo em uma velocidade tão grande que Helena e Justin só poderiam me ver graças a suas diferencias com um mortal- Não poderia ter deixado esse pequeno detalhe de lado! -Disse carregando a frase de minha ironia.
   -Não é nada disso (SeuNome)! Me deixa explicar isso direito. -Ele se colocou frente a porta, barrando minha passagem.
   -Eu não quero ouvir agora, me desculpe, mas eu apenas quero sair desse quarto, okay? Conversamos daqui a pouco. -Eu disse olhando no fundo de seus olhos e tentando faze-lo entender que eu não estava o abandonando novamente, estava apenas precisando ficar sozinha.
   -Vá até Pattie e ela te mostra-rá seu quarto. Daqui a cinco minutos eu chego lá. -Ele disse em um tom um tanto quanto baixo, selando nossos lábios de leve.


   Senti uma dor em minhas costas, como se o olhar de Helena fosse tão forte que chegava a ser sentido por meu lado arcanjo de uma forma avassaladora. Aquilo me fez entrar em alerta contra aquela vampira... Isso não vai acabar bem, eu posso sentir isso.
   -Até logo. -Sussurrei contra os lábios de Justin e sai do quarto.
   Não tinha o minimo de medo de deixar Justin sozinho com ela. Eu sei que diferente do que ele sente por mim, por ela é apenas um carinho, talvez nem isso. Eu diria que ele sente gratidão por ela, se sente na obrigação de atura-la, já que ela diz ama-lo, porém nem isso esconde a raiva que ele sente por suas atitudes.
   É estranho ter essa percepção de tudo, mas é como se eu pudesse entender e sentir tudo o que os que me rodeiam sentem e talvez seja por isso que agora sinto um certo temor em relação a Helena. Ela não me representa boa coisa, é como se por mais que suas atitudes provem seu caráter o mesmo ainda se torna duvidoso ao meu ver.
   -Está pensando de mais hein.
   Virei-me rapidamente e vi (SuaIrmã) e Chris parados bem atrás de mim, com sorrisos gigantes.
   -Que susto! -Disse com certo exagero- Hey', Drew pediu que me mostrassem meu quarto. -Tentei falar algo que prestasse e que desviasse os olhares maliciosos e curiosos que os dois me lançavam.
   -Disse foi? -Chris ergueu uma sobrancelha divertido- Desculpe, só conseguimos ouvir os gemidos.
   Logo a cena se concretizou. Estávamos eu e Chris jogados não chão, em uma espécie de luta.
   O corpo dele virou-se sobre o meu e eu poderia me dar por vencida, isso se Chris não fosse tão burro ao ponto de deixar um de seus braços livres. Usei o braço para empurra-lo e lançar seu corpo contra a parede, enquanto um sorriso se formava em nossos rostos. Fui para cima dele e o mesmo ergueu ainda mais seus lábios quanto minhas mãos tocaram seu peitoral, aumentando seu sorriso.
   -Pensa rápido! -Antes que eu processasse suas palavras já estava jogada ao chão, com um de seus pés sobre minha barriga e tendo a visão de seu sorriso por cima- Senti sua falta. -Ele disse sorrindo ainda mais. Desgraçado.
   -Eu te odeio. -Murmurei e revirei os olhos, ouvindo algumas risadas.
   Virei o rosto e vi Pattie, Jeremy, Chaz, Ryan, Jas, Cait e (SuaIrmã) nos olhando e rindo.
   -Christian, a deixe levantar. -Chaz disse duro como sempre, porém eu sentia sua calma.
   Me levantei e abracei de Chris rapidamente, sussurrando um "vai ter volta" e recebendo um "to esperando" em resposta.
   -Sentimos sua falta! -Jas disse já parada em minha frente, me abraçando tão forte que eu poderia ser quebrada ao meio se fosse totalmente humana- Não acredito que está de volta!
   -Aaaah!! Sabia que voltaria! -Agora eu já me encontrava nos braços de Cait.
   -Cuidado meninas! Ela deve estar cansada. -Pattie deu uma risadinha, levando os outros junto.
   -Até você Pattie? -Esbocei minha revolta, fazendo com que eles rissem ainda mais alto.
   Depois de todos falarem brevemente comigo e desejarem as boas vindas veio a pergunta vinda de Ryan: Justin está conversando com Helena?
   -Sim. -Suspirei e abaixei o olhar- Eles realmente tem algo, não?
   -Já disse que não! -(SuaIrmã) revirou os olhos.
   -Helena é uma boa garota (SeuNome), mas ultimamente está com uma fixação tão grande em Justin que está começando a nos preocupar. -Jeremy me olhava com receio- Ela diz que o ama.
   -Não tem como, Justin já é apaixonado por (SeuNome) e é reciproco! -Jas disse apertando ainda mais Chaz em seu abraço- Não tem como Helena ser destinada a Justin porque essa já é (SeuNome) e todos sabemos disso.
   -Ela apenas é louca, entendam. -Chris disse com deboche.
   -Não fale assim! -Pattie o repreendeu- Não entendo o porque de odiá-la tanto!
   -Ela não é boa coisa! Já disse isso várias vezes... -Ele murmurou contrariado.
   -Sinto o mesmo Chris. -Respondi sorrindo de leve.
   -Você apenas sente ciumes (SeuApelido). -Cait disse me olhando com repreensão.
   -Não é isso Cait, é mais que ciume... ela não me dá boas sensações... ela não tem bons sentimentos...
   -Já está os envenenando bastarda?!
   Viramos para o corredor e de lá saía Helena, com a expressão que beirava o colapso de ódio.
   -Fica na sua Helena! -(SuaIrmã) a fuzilava com os olhos- Quer mesmo entrar em mais uma briga?!
   Helana apenas revirou os olhos e saiu batendo a porta. Olhei espantada para todos, que pareciam nem um pouco surpresos com o que havia acontecido.
   -O que eu perdi? -Perguntei os encarando e tentando ver além de suas expressões vazias, mas nem ao menos tive tempo pois logo um par de braços gélidos rodeavam meu corpo com força, me puxando contra um corpo tão duro quanto gelo, mas que me parecia incrivelmente agradável.
   -Adivinhe quem vai ser minha nova companheira de quarto? -Seus lábios sussurravam contra meu pescoço, deixando com que um sorriso brincasse em meus lábios sem que eu se quer notasse.
   -Você deveria ter me contado que era ela que dormia com você. -Pronunciei as palavras tentando não parecer tão magoada quanto fiquei na verdade.
   -Eu sei, mas na hora eu apenas não me lembrei... Podemos esquecer isso? -Ele me parecia receoso- Vamos apenas pensar no presente?
   -Você vai sempre me convencer a tudo Drew.
   Assim que disse tais palavras já fui girada por Justin, que pressionou seus lábios em minha bochecha com força, me arrancando um sorriso satisfeito, afinal tudo poderia acabar, mas eu estava com o meu amor novamente.
 
 
   -Own' o casal mais meloso do mundo dos sangues-sugas está de volta. -Alec disse passando pela porta e arrancando murmúrios e risadas de nós que já estávamos ali- Tenho noticias!
   -Fale. -Justin disse fixando seu olhar em Alec, mas ainda assim com as mãos firmes em minha cintura.
   -Lembram-se eu eu disse que talvez Lauren passaria alguns meses conosco?
   -Sim. -Jeremy assentiu- O que houve?
   -Um pequeno problema... Uma velha amiga de Santiago foi morta.
   -Uma mortal? -Ryan indagou.
   -Não, uma arcanjo. -Alec olhou diretamente para mim e (SuaIrmã), como se a preocupação fosse corroê-lo.
   -Então isso não é um problema. Eu já me matei diversas vezes... Logo ela voltará a vida. -Disse tentando acalma-lo.
   -O problema é que dessa vez foi diferente... -Ele suspirou- Ela foi atacada por um demônio.
   -O que? Mais um?! -Pattie arregalou os olhos.
   -Mas ... mas... Não pode ser! -Jasmine parecia estar entrando em choque.
   -Gente me expliquem! -Eu pedi olhando para todas aquelas expressões de medo e receio- O que tem de mais? Dois demônios já atacaram a nós.
   -Sim minha princesa, porém a alguns anos atrás quando os mexicanos voltaram nós... bem, nós meio que selemos um pacto.
   -Como?! -Agora era eu que arregalava os olhos.
   -Nós selamos um pacto de sangue. -Justin finalizou com o olhar baixo e um suspiro.
   Ôh merda!

CONTINUA!

   Gente!!!!!!! Cara'... MUITO OBRIGADA PELA FORÇA DE VOCÊS!! *---* 
   Eu reli o capítulo várias vezes e eu realmente não o achei tudo o que vocês falaram... Não sei explicar, mas eu simplesmente não consigo engolir isso. Desculpem. Mas só para deixar claro: OBRIGADA PELA FORÇA DE TODOS VOCÊS MESMO ASSIM!
    Respondendo aos comentários: 
    -Paola Ferreira: Primeiramente ... SEJA BEM VINDA!!!!!! hahaha' e véi, eu não gostei daquele capítulo, tipo, eu não senti como se fosse o meu melhor, senti como se eu tivesse feito muito pouco em comparado com o que poderia ter sido aquele capítulo, mas tudo bem, obrigada mesmo assim!! Valeu pelos elogios, sério mesmo, é ótimo saber que vocês estão gostando! O que achou desse? Espero que agrade! *--*  
    -Lauany: NOSSA!!!! O.O   Nunca mais falo nada assim! rsrsrsrs' Obrigada pelos elogios sua linda!!!! hahahaha' é que eu fico muito nervosa quando posto aqui, me sinto na obrigação de dar a vocês um ótimo capítulo e isso acaba me deixando um tanto neurótica, mas obrigada! O que achou desse? xx.
    -Hellen Bittencourt: OBRIGADA! Valeu mesmo, dude' vocês conseguiram me deixar feliz! Obrigada! 
    -Girl Swagger: Antes de tudo um obrigada! hahahaha' Desculpe pelo sumiço, mas saiba que eu to sempre olhando rapidinho o blog e que não vou abandonar a fic! u.u   Veleu!
    -Victoria Tavares: kkkkkkk' Obrigada e nossa! O hot é seu capítulo preferido da segunda temporada? huuuum suspeito!!!! hahahaha' brincadeira, please! kkkkkkk' Não se preocupe com os meus sumiços, é que eu to muito corrida, mas eu sempre volto! hahaha' Beijos!
    -Sthefany Cheryse: Obrigada linda! <3 Hey' você é leitora nova?    xx.
    -karla molina: Obrigadaaaaaaaaaaaaaa! É leitora nova, não? <333 
    -Giicaa!!♥♥: Obrigada! E você eu sei que é leitora nova, eu pelo menos é a primeira vez que comenta, to certa? u.u
    -karolayne: Aaaaaaah! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk' cara' você é de mais! kkkkkkkkk' atendi seu pedido hein! O primero hot da temporada e bem mais rápido que o planejado, mas tá ai! u.u  Obrigaaaaaaaaaaa sua perfeitaaaaaaaaaa! E bem, agora você já sabe a peste que entrou no quarto! kkkkkk' Valeu e menina do céu, u need Jesus! kkkkkkkk' brink's, mas só você mesmo! Desculpe a demora, mas as coisa tão complicadas... Vou tentar não demorar tanto e ... PELO AMOR DE DEUS, VOCÊ É DO FBI????? O.O kkkkkkkkk' <3
    -Heiley Breatherr: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH TA AI O CAPÍTULO! kkkkkkkk' sumida no twitter você hein! kkkkkkkk' O que achou do capítulo? 
    -Nivea Freitas: Não more não, calma! rsrsrsrs' O que achou do capítulo?! xx.
    -Beccadream: ISHIIIIIIIII BITCH! kkkkkkkkk' brink's, mas véi você me ama tanto que me persegui até nos meus blogs! kkkkkkkk'
    -leticia geovana: hahahahahaha' Obrigada e ... desculpas?! kkkkkkkk' valeu linda! *--*
    -Rebeca bieber: Mais uma com calor! kkkkkkk' Obrigada, vocês fazem com que eu me sinta realmente melhor, obrigada!
    -alice silva: Obrigada pelo comentário e bem... Obrigada por entrar no blog também! hahahaha' Mas então, talvez um dia eu até consiga, mas isso só durante as férias ao algo assim, ok? Beijos!
    -JB Lover: Obrigadaaaaaa! E bem, está ai! Espero que goste! 
    -sophi souza: aaaaah você matou a xarada de quem era! :(  rsrsrsr' e bem, seu o JB não mata-la antes, sim você pode! hehehehehe'
    -luiza silva: Respire! kkkkkkkk' Obrigada mesmo! <3
    -Dany Duda: OBRIGADAAAAAAAAAA! E SIM! VOCÊS ESTÃO DE VOLTA! HAHAHAHA' Amo Fall, sério, escrevi ouvindo a música e fiquei tipo "OMB, eu vou chorar aqui e não vou conseguir escrever" kkkkkkkkk' esse capítulo é para as milhas leitoras de plantão, ok? O JB é mesmo hot, OMB! kkkkkkk' e eu não sei, mas obrigada! hahahahaha' A Helena tá mesmo pedindo para levar umas... hehehehe' quem sabe né? Novamente obrigada sua lindaaaaaaaaaaaaa! E SEJA BEM VINDA!!!!! Uhuuuul! kkkkkk' <3
    -Eloh Belieber e Twilighter: Hey' babe' obrigada e pode me passando seu blog (ou rede social que posta seus imagines), aposto que você é ótima! :) Obrigada de novo!

    Bem foi isso! hahahahaha' Obrigada a todos, vocês são os melhores mesmo hein!
    Para quem eu ainda não respondi no poste de comemoração de 100 000 visualizações, eu vou responder por lá, ok? Só me deem um tempinho para responder a todos direitinho, mas: MEU TWITTER É @BabydoJB, sigo TODOS vocês de volta, é só avisar lá, não me procurem no face porque eu mal entro, então não fará diferença, mas no tt' eu respondo todos em praticamente menos de dois dias, pode acreditar. 
   O próximo capítulo com mais 17 comentários, ok? VALEU GENTE! xx.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Um Pacto De Sangue - Segunda Temporada - #Parte08 (HOT)

Gente, uma dica minha é que leiam ouvindo a versão acústica de Fall, vai ajudar a entrar no clima e eu escrevi ouvindo essa música, então... Espero que gostem! xx.

    Em todos esse anos eu nunca me encontrei com alguém como Justin, nunca toquei em alguém como toco e me deixo ser tocada por ele. Era fascinante tê-lo para mim.
   -É fascinante te ter de volta meu anjo. -Drew me respondeu em meio ao beijo.

PDV Justin Drew Bieber

   Sim eu a perdoei, a beijei e se depender da minha vontade vou possuir seu corpo da forma que muito desejo a décadas. 
   -Eu preciso de você amor. -Disse mais uma vez interrompendo nosso beijo.
   Nem precisei de nenhuma resposta verbal, (SeuNome) só sorriu e aprofundou mais o beijo. 
   Não me pergunte como aguentei ficar tanto tempo sem ela porque eu não sei lhe responder. Em tantos anos de "vida" nunca me imaginei nesse estado, era claro que antes de conhecer o meu anjo eu era só mais um, sem o menor sentimento, só a raiva e ódio, mas quanto (SeuNome) se foi eu não conseguia sentir absolutamente nada... raiva, tristeza, ódio, alegria, afeto, nada. Tocando seu corpo novamente eu conseguia sentir o calor em mim, como se um fogo se reacendesse no meu coração. Sabe a sensação de quando você deseja tanto que chaga a doer pensar nisso, mas ai você finalmente tem em mãos o ser desejado e é como se o céu te abraçasse, como se você percebesse que a vida estava sorrindo para você também. Nesse momento eu sinto isso, sinto como se estivesse sendo abraçado pelo céu, mas sei perfeitamente que são apenas os braços da minha mulher.
   -Eu te amo Drew. -Ela disse desgrudando nossos lábios e os descendo pela minha mandíbula, deixando com que eu conseguisse sentir o quão molhados seus lábios estavam, o quão quentes eles eram e principalmente com quanto carinho ela fazia aquelas caricias.
   Suas mãos, tão pequenas se comparadas as minhas, subiam por minhas costas e chegavam até minha nuca, puxando meu cabelo e me fazendo inclinar minimamente o pescoço, para que ela continuasse a distribuir beijos pela região.
   Não aguentei muito daquilo e a virei, caminhando devagar em direção a cama e a levando junto até que fui a deitando e me colocando por cima dela, sentindo sua respiração desnecessária e descompassada se chocando com meu rosto, quando eu mais uma vez selei nossos lábios, sendo "puxado" por seu dedo que se enroscava no meu tradicional colar de prata...


    Eu estava alucinado pela sensação de tê-la para mim novamente, estava como sempre louco e descontrolado para ter seu corpo novamente.
    Comecei a beijar seu pescoço assim como ela fazia com o meu a momentos atrás, só que com ainda mais força e vontade, chupando e passando meus dentes afiados onde podia, vendo alguns pequenos vergões aparecerem em sua pele na medida em que eu forçava os dentes. Era completamente exitante ouvi-la gemendo meu nome...


   Minhas mãos já iam para a barra de sua camisa, a tirando com facilidade, me dando uma bela visão de seus seios, os quais eu logo tratei de beijar com carinho e ternura, mesmo assim demonstrando meu desejo por ela, afinal desejo era tudo o que preenchia meu corpo quando eu estava sozinho com a minha princesa.
   Meus dedos da mãos esquerda massageavam o seu seio esquerdo com certa pressão enquanto a mão direita se firmava na sua cintura e a apertava contra mim, deixando nossas intimidades se roçarem com força, da forma que eu muito gostava, admito.


  Quando dei por mim já havia tirado toda a roupa de cima de (SeuNome), rasgando o short jeans sem nem usar força.
   -Nunca consigo entender como você faz isso... -Ela suspirava, enquanto suas mãos arranhavam e apertavam minhas costas- Aaawn...
   -Esqueça os detalhes... -Disse um pouco abafado, já que minha boca estava ocupada chupando seu seio- O que importa é que estamos juntos. -Conclui afastando um pouco meu rosto do seu, a olhando nos olhos e sorrindo- Já disse o quanto te amo?
   -Não o suficiente. -Ela ofegou com um sorriso bobo nos lábios, aquele sorriso apaixonado que eu me orgulhava de ser o motivo.
   -Então escute bem ... eu te amo meu anjo.
   Não deixei que ela me respondesse, apenas colei mais uma vez nossos lábios, sentindo o quão doce ela poderia ser. Nossas línguas pareciam jamais terem sido separadas, elas se conheciam muito bem e isso era algo admirável. Jamais imaginei que o amor fosse assim, que você conheceria tão profundamente uma pessoa que poderia se sentir parte dela.
   (SeuNome) correu os dedos por minhas costas e desceu para minha bunda, apertando de leve e soltando um riso, abaixando minha calça com as mãos e terminando o ato com os pés, sendo favorecida por minhas calças sempre mais largar que o necessário.
   -É a primeira vez que sou eu a tirar sua roupa. -Ela sorriu orgulhosa.
   -Ér... -Ofeguei e girei nossos corpos, me colocando por baixo dela- Tire seu sutiã. -Meio que ordenei, olhando atentamente para ela, que parecia envergonhada- Tire seu sutiã amor. -Pedi dessa vez dócil.
   Ela mesmo envergonhada levou suas mãos para o fecho frontal do sutiã rendado preto e retirou a peça, ficando apenas com a calcinha, também preta e rendada, sentada bem no meu membro, que eu não entendia como não a incomodava de tão duro e pulsante que estava. Ela tentou cobrir os seios quando viu que eu os encarava descaradamente, mas segurei em suas mãos e a impedi, trazendo seus braços para mim e beijando seus pulsos, logo os soltando e a puxando para mim, colando meus lábios sedentos em seu pescoço, puxando entre os dentes um grande pedaço da carne daquela região, recebendo um gemido sofrego em resposta.
   Sorri e levei um de minhas mãos para a pequena fresta entre nossos corpos, descendo e chegando até a sua intimidade, onde eu puxei a calcinha e a rasguei com o minimo de esforço possível.
   -Hoje vai ser diferente Drew. -Ela murmurou.
   Antes que eu pudesse ler sua mente ou pergunta-la do que ela falava, já senti suas mãos se espalmando em meu peitoral e me afastando.
   -Como? -A olhei confuso.
   Ela apenas sorriu e foi engatinhando de costas pela cama, até estar cara a cara com minha boxe preta, apertada e um tanto dolorida, se eu ao menos ainda soubesse o que era dor. Entendi o que ela queria e iria a impedir, afinal eu tinha que dar prazer a ela, o principal sempre foi o seu prazer, não o meu! O prazer que eu sentia era apenas uma recompensa, nunca pensei nele como o objetivo.
   -Não precisa anjo. -Eu disse calmo, fitando suas pequenas mãos puxarem minha boxe para baixo e logo seus lábios sendo umedecidos.
   -Eu quero fazer, apenas me deixe! -Ela disse sorrindo.
   Não falei mais nada apenas a observei colocar todo o cabelo para um dos lados, sobre os ombros, e vir na minha direção. Sua boca era delicada, seu primeiro beijo na minha glande acabou por me arrancar um gemido rouco. Quando sua língua finalmente envolveu minha glande eu quase perdi o controle, mas agarrei a seus cabelos e fechei os olhos, trancando o maxilar. Seus lábios foram descendo e logo eu estava em sua garganta quente e úmida, com o membro se contorcendo. Sua língua dela começou a contornar meu membro, enquanto seus lábios subiam e desciam, da base a "cabecinha", e seus dentes eram raspados de leve em minha pele, me fazendo urrar vez ou outra.
   Achei que por algum milagre gozaria em sua boca, se fosse algo realmente possível, mas a sensação que percorria meu corpo era com certeza a de um verdadeiro orgasmo. Sem perceber comecei a forçar ela contra meu membro e a erguer meus quadris, vendo pela fresta de meus olhos a baba começar a cair por seus lábios e seus olhos lagrimejarem, mas eu não achava um meio para para, eu não conseguia parar.
   Forcei mais uma vez e a vi se engasgando de leve, como se a consciência me atingisse eu a soltei e ela se ergueu de novo, mas para minha surpresa com um sorriso nos lábios.
   -Você é muito gostoso. -Ela sussurrou em meu ouvido- Tão gostoso que chega a ser inacreditável.
   A olhei revoltado... Ela havia me preocupado!
   -Você é louca. -Eu disse sério- E muito má.
   Ela sorriu quando inverti as posições e comecei a descer por seu corpo, deixando minha língua fazer o contorno de seu corpo com beijos e chupões...


   Foi minha vez de sorrir quando cheguei a sua intimidade, logo tratando de colocar a língua sobre seus clitóris e começar meu trabalho por ali, afinal eu não faria como ela e iria com calma, não tinha forças para isso. Eu a queria muito para tentar faze-la implorar hoje.
   Comecei a movimentar minha língua de um lado a outro de sua intimidade, fazendo certa pressão com a ponta da língua e a segurando pela cochas para que ela não fugisse, já que sei corpo parecia descontrolado, se contorcendo assim como meu pênis, que parecia pesar toneladas no meio de minhas pernas, querendo urgentemente um alivio de alguma forma.
   Deslisei mais minhas mãos e cheguei a sua bunda, apertando e a trazendo mais para mim, sentindo ela se segurando em meus cabelos e os puxando, a medida que eu chupava ainda mais forte sua intimidade, a sentindo pulsar em minha boca...


    Quando percebi seus clitóris já se encontravam inchados e ela parecia estar quase lá, gemendo tão e tão alto que eu tinha a certeza de que todos poderiam entender claramente que nós estávamos de volta, se é que ainda havia alguma duvida sobre isso.
    -J-j-j-j-uuuuss ... -Ela parecia quase desmaiar, como sempre quando estávamos na cama, ou banheira... Enfim, eu estava adorando e queria ouvir mais, então puxei um de seus clitóris com meus dentes- Aiiih Ju-is-is-tin!!!
   Sorri e a olhei de baixo, vendo que ela estava com a cabeça tombada para trás, com os seios subindo e descendo, como se estivesse verdadeiramente necessitada do ar que entrava inutilmente em seus pulmões.
   Beijei seu ponto de prazer e enquanto ela delirava com o toque eu empurrei três de meus dedos para dentro de sua vagina, todos de uma vez e bem rápido, a fazendo arquear o corpo.
   -PORR@ DREW! -Ela gritou puxando ainda mais meus cabelos, me fazendo sorrir e dobrar os dedos, tocando a "parede" de sua intimidade por dentro e usando um dos dedos que estavam fora para acariciar seu clitóris juntamente com a minha língua, que ainda chupava todo o líquido que saia dela, o líquido que eu considerava necessidade vital, mesmo que nem a água tivesse tal importância para mim- Aiiih Justiiiiiiin! -Ela se contorcia- Mais fu-u-undo amor, m-m-mais por fa-favor!
   Claro que a obedeci, entrando com força dentro dela, a sentindo tremer em meus dedos, me apertando de uma forma tão gostosa que eu desejava cada vez mais estar dentro dela, a rasgando se possível.
   Meus dedos dedos pareciam ganhar uma velocidade desumana e eu adorava isso, só podia ouvir meu nome sendo proferido a todo volume, me sentia completo e imbatível vendo a minha mulher delirando ao meu toque, com a boca entreaberta e completamente enlouquecida, se agarrando a mim e pedindo por mais... ôh, eu poderia viver isso para sempre. Eu vou viver assim para sempre!
   Mordi mais uma vez e a senti se contrair por inteira, assoprei de leve e beijei sua entrada, logo me afastando por completo e sorrindo para ela, que parecia lutar para se manter bem. Meus dedos saíram de dentro dela e eu podia ver o "pequeno" estrago que fiz naquela região de seu corpo, mas eu não me sentia culpado no momento, pelo contrario, eu me sentia bem. Achava tão adorável como ela era frágil em relação a mim, eu gostava de saber dos efeitos que causava na minha mulher.
   
 
   -Eu te amo pequena. -Selei brevemente nossos lábios, parando para olha-la nos olhos- Eu senti sua falta meu amor, muito.
   -Eu também senti Drew... -Ela sorriu boba- E eu também te amo muito, mas que tudo.
   Não precisei de mais nada, apenas encachei nossos corpos e me coloquei totalmente para dentro dela.


    Como poderia descrever aquela sensação?! Não sei, mas sei que era a melhor do mundo!
    Não havia nada melhor do que ser apertado no interior molhado e gostoso de (SeuNome), senti-la se contraindo ao meu redor, me apertando e me dando o sentimento de finalmente estar completo, finalmente poder me sentir aliviado.
    Sai lentamente dela e a vi suspirando pesadamente, então meti com tudo, fazendo um grande barulho da cama na parede, mas ignorei e foquei em seu rosto, contorcido entre a dor e o prazer intenso. Sorri e mais uma vez sai e entrei nela, sentindo suas unhas arranharem minhas costas com força...


   -Aaaaaah baby', você é maravilhosa... -Disse estocando mais fundo- Quer mais? -Perguntei com um sorriso pervertido.
   "Você sabe que sim", seus pensamentos soaram por minha mente.
   -Então implora. -Disse alargando o sorriso e me movendo com tanta lentidão que até mesmo eu estava surtando, imagine ela.
   -J-jus ... -Ela parou quando meu pênis atingiu seu ponto G de leve- Aa-ai-iiih!
   -Como? -A provoquei ainda mais, acertando o mesmo lugar e parando totalmente, deixando meu membro a "cutucar" de um modo que eu sabia que estava a enlouquecendo.
   "Por favor Drew, por favor!"
   -Grite. -Ordenei sentindo meu membro inflar ainda mais- Grite e eu te faço minha.
   -CARALHO JUSTIN! VAI LOGO COM ISSO! EU QUERO RÁPIDO ENTENDEU?! RÁPIDO E FORTE! -Ela gritou descontrolada.
   Apenas deixei o sorriso um tanto maniaco se ampliar em meu rosto, a penetrando tão forte que sua cabeça acabou batendo contra a cabeceira da cama.
   -Porr@! -Ela praguejou- Ii-sso é muito bo-oo-om!
   Peguei um impulso muito grande e comecei a estocar como eu geralmente gostava, rápido e forte, a vendo revirar os olhos de prazer, assim como eu que de tão exitado tentava procurar ainda mais prazer, mesmo parecendo que eu poderia explodir pelo calor que naquele momento tomava conta de meu corpo.
   Quando dei por mim já estava chupando (SeuNome) de uma forma que deixava meus lábios avermelhados, quem dirá a sua pele tão frágil...


   Senti como se estivesse a estuprando, afinal sua intimidade latejava muito forte, espremendo meu membro, e seus gritos eram altos, mas sempre pedindo mais e mais.
   Em minha mente doente e nada humana nascia o desejo de vê-la sangrando, de vê-la sem andar no dia seguinte. Como se o meu lado completamente animal quisesse ainda mais ser libertado, e bem... parte dele foi.
    Apoiei as mãos no colchão e a penetrei como nunca, me esquecendo por um segundo que era a minha princesa ali, mas apenas me lembrando de aperto e do calor que me envolvia, dos gemidos sedentos e do desejo de vê-la quase desmaiando em meus braços, o que se tornou meu objetivo a partir dali.
   -Huuuum... awwwn, issoooo...
   Não aguentei e levei meus lábios aos seus, a beijando com tanto força e dedicação que minha cabeça parecia começar a doer, com a exigência do beijo que nos unia...


   Foi durante esse beijo que me senti ser tomado por um tremor da ponta dos pés que subia por meu corpo, quando chegou ao meu membro pareceu ter um efeito maior, o fazendo inflar de tal modo que (SeuNome) me agarrou ainda mais, deixando o tremor mais intenso.
    Quando notei já estava em um tal ritmo que poderia jurar sentir os membros de (SeuNome) se destroçando, mas ela apenas gemia  pedia loucamente por mais.


    Levei minha mão esquerda mais uma vez para seus seios e comecei a puxar os mamilos, os beliscado sem dó, enquanto a penetrava mais e mais, em um ritmo que eu estava começando a entender, até que meu raciocínio se desfez por mais um gemido agudo da minha mulher...


   Diferente do sexo humano, não eu não gozei é claro, mas a sensação era praticamente a mesmo ou até melhor, tenho certeza disso.
   Sai lentamente de dentro leda, vendo seu rosto se contorcendo de dor, o que me causou um choque de realidade... O QUE EU FIZ?????

PDV (SeuNomeCompleto)

    Ôh céus minha vagina! PQP! Que dor era aquela? Foi como se toda a falta de dor que senti em 157 anos voltasse ainda pior!
   Tentei não demostrar o desconforto, mas Justin logo lançou seu olhar caramelado para mim, como se o mundo estivesse sendo jogado em suas costas.
   -Eu sou um monstro. -Ele murmurou decepcionado ao que tudo indicava- Eu sou mesmo um idiota e egoísta!
   -Claro que não Drew! Calma, eu to bem! -Tentei acalma-lo, mas só vi seus olhos ganhando uma coloração avermelhada... lá vem.
   -Não diga que está tudo bem (SeuApelido) porque não está! -Ele suspirou e me olhou agora parecendo analisar minhas expressões, que iam de medo a felicidade, era algo louco- Me sinto mal sempre que te machuco anjo.
   -Não deveria, eu fiz porque quis e fiz com amor. -Sorri de lado- Eu te amo Justin, para de tentar estragar os melhores momentos. -Eu disse de uma forma triste. Me irritava quando ele fazia de um momento tão bom um drama sem fim- Você é perfeito amor, eu gosto quando nós temos esse tipo de relação, mesmo sempre me machucando eu me sinto completa.
   -Por que você é tão perfeita? -Ele erguia a sobrancelha, parecendo realmente estar em duvida- Senti saudades de tudo isso, senti saudades dos sentimentos vindo todos de uma vez sonhe mim... Eu te amo.
   -Eu sei príncipe. -Disse sorrindo largamente e selando nossos lábios com calma e ternura.


   Seu beijo era mais calamo se comparado ao de minutos atrás, mas parecia ser um forma diferente de demonstrar os mesmo sentimentos que o envolvia a mesmos minutos passados. Eram muito amor, proteção e cuidado, até que algo nos interrompe:
   -Então o casalzinho voltou. 

CONTINUA!

   GENTE DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA, DESCULPA!!!!
   Eu to me sentindo um lixo véi... me decepcionei comigo mesmo com esse capítulo, sério! Tá uma merda e eu só postei porque já estava "sumida" a muito tempo e vocês não merecem isso, mas dude' eu sinto vontade de chorar... DESCULPEM DE NOVO POR FAVOR! Prometo que no próximo eu arrumo isso e faço um capítulo descente, PROMETO, mas é que minha criatividade tá basicamente nada e eu to com uns problemas... MAAAAS com mais 17 comentários eu arrumo isso! 
    Mais uma vez me desculpem... xx.